Segundo apurou nesta semana a revista inglesa CAR, a Bentley planeja participar em 2013 da maior competição de rali do mundo, o conhecido Rally Dakar. A expectativa da marca é usar o evento para promover seu utilitário esportivo, o EXP 9 F, que será lançado dentro de alguns anos. O carro de competição da marca será baseado no Volkswagen Touareg Race.
Evento dedicado exclusivamente para fãs da Volkswagen, o Wörthersee também abrirá espaço para as principais marcas do grupo. Um exemplo é a Skoda, que apresentará por lá uma versão de rali do compacto Citigo. Batizada de Rally, a variante é baseada no modelo de três portas, mas dificilmente chegará ao mercado.
O departamento Peugeot Sport desenvolveu o Peugeot 208 R2 destinados às fórmulas menores na categoria dos ralis. Ele irá substituir o 207 R3 “Flying 207″ que se tornará o “Flying 208″.
Sob o capô, o 208 R2 é alimentado pelo motor 1,6 Vti em uma versão forte de 185 cv a 7.800 rpm associados a uma transmissão manual sequencial com alavanca montada sobre a coluna de direção. O departamento Peugeot Sport também anunciou que os 208 R2 serão mais leves que o 207 que ele vem para substituir no rali.
A Dodge está levando seu novo Dart às corridas nas rodadas deste ano do Campeonato Global RallyCross nos Estados Unidos. O modelo será apresentado no próximo mês no Salão de Nova Iorque.
O destino sempre apronta suas surpresas. E na maior competição off-road do mundo, não poderia ser diferente. A edição 2011 do Rally Dakar, concluída no último sábado (15), sagrou a Volkswagen tricampeã do mais difícil rali fora-de-estrada do planeta – foi o terceiro título consecutivo do Race Touareg, protótipo de corrida baseado no utilitário-esportivo grande produzido pela marca alemã. Também foi o terceiro ano seguido da realização da prova em terras argentinas e chilenas. Mas o ineditismo da edição 2011 vem do Catar: Nasser Al-Attiyah, o piloto vencedor da maratona de 13 dias e 9.500 quilômetros percorridos.
Membro de uma riquíssima família do mundo árabe, o príncipe catariano, de 40 anos de idade, ficou proibido de competir em provas de automobilismo por mais de uma década. O presidente da federação de esportes a motor daquele país era de uma família rival. Sua carreira no automobilismo começou em 1989, mas somente em 2000 Al-Attiyah pode voltar a competir sobre quatro rodas. Um parente dele assumiu a federação e o liberou. Antes disso, no entanto, o príncipe-atleta já havia feito história no Catar: foi o representante de tiro esportivo em três olimpíadas – Sidney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008).